Minas Gerais elege Domingos Sávio e Marília Campos para o Senado

publicidade

selo_eleicoes_claro.jpgMinais Gerais elegeu Domingos Sávio (PL) e Marília Campos (PT) para o Senado. Com 98,46% dos votos apurados, Domingos Sávio tinha 2.312.581 votos (24,3%), enquanto Marília Campos contabilizava 3.925.065 votos (19,3%).

Os mandatos de ambos — com duração de oito anos — começam em 1º de fevereiro de 2027 e terminam em 31 de janeiro de 2035.

Domingos Sávio

Nascido em São Tiago (MG), Domingos Sávio tem 69 anos. Ele é formado em medicina veterinária pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e possui pós-graduação em direito público. Antes de iniciar a carreira política, atuou como médico-veterinário, produtor rural e empresário. Em 1992, foi eleito vereador de Divinópolis e durante o mandato, presidiu a câmara municipal. Em 1996, foi eleito prefeito de Divinópolis. Cumpriu dois mandatos como deputado estadual e quatro mandatos como deputado federal, seu atual cargo.

Na Câmara dos Deputados, foi presidente da Comissão de Viação e Transportes e autor do PL 826/2019, projeto que deu origem à Lei 14.886, de 2024, que instituiu o Programa Nacional de Vacinação em Escolas Públicas, e do PL 1.800/2021, que resultou na Lei 15.394, de 2026, que cria incentivos tributários para reciclagem de resíduos. Seu primeiro suplente é Braulio Braz; o segundo suplente é Pablo Gontijo. Ambos são do PL.

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Marília Campos

Eleita para o Senado pela primeira vez, aos 65 anos, ela nasceu em Ouro Branco (MG). Formada em Psicologia pela UFMG, presidiu o Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte entre 1990 e 1995. Foi eleita vereadora de Contagem em 2000 e deputada estadual em 2002, 2014 e 2018. Foi a primeira mulher a ser prefeita de Contagem, cargo para o qual foi eleita em 2004 e reeleita em 2008, 2020 e 2024.  

Na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, foi autora do projeto que deu origem à Lei Estadual 23.450, de 2019, que institui a Política Estadual de Prevenção Social à Criminalidade, e da proposta que resultou na Lei Estadual 23.644, de 2020, que permite o registro de violência doméstica por delegacia virtual. Sua primeira suplente é Luciana Costa; o segundo suplente é Laércio Cintra. Ambos são do PSB.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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