Agronegócio Brasileiro Pode Aumentar Produtividade em 20% com Ajustes Operacionais, Aponta Especialista

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O agronegócio brasileiro encerrou 2025 em alta e já projeta novos avanços para 2026. De acordo com estimativas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o PIB do setor cresceu cerca de 8%, passando a representar aproximadamente 29% da economia nacional.

Os dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) reforçam esse bom desempenho: a safra 2024/25 totalizou 354,75 milhões de toneladas, sendo a soja responsável por 177,6 milhões de toneladas. Apesar dos resultados expressivos, especialistas alertam que falhas operacionais ainda limitam o pleno aproveitamento do potencial produtivo.

Problemas invisíveis reduzem eficiência nas lavouras

Segundo Bruno Ract, executivo de estratégia e novos negócios da Ultra Clean Brasil, um dos principais gargalos do campo está nos sistemas hidráulicos das máquinas agrícolas. Ele explica que mangueiras hidráulicas contaminadas chegam às propriedades com resíduos industriais e partículas metálicas remanescentes do processo de fabricação e montagem, o que pode comprometer todo o sistema operacional de tratores, plantadeiras e colheitadeiras.

Essa contaminação, segundo Ract, afeta diretamente o desempenho e a durabilidade dos equipamentos, acelerando o desgaste de componentes como bombas, válvulas, sensores e atuadores. O resultado são custos mais altos de manutenção e paradas não programadas justamente durante períodos críticos da safra.

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Custos ocultos e impacto na produtividade

Além dos prejuízos com peças e reparos, o produtor também perde produtividade pelo tempo em que as máquinas ficam fora de operação. Em um momento de forte competitividade global, essas interrupções podem representar a diferença entre o lucro e o prejuízo ao final da temporada.

“Esses pequenos gargalos, quando acumulados, comprometem a eficiência de toda a operação agrícola”, destaca o executivo.

Limpeza preventiva pode elevar ganhos em até 20%

A estratégia defendida por Ract consiste na eliminação preventiva da contaminação hidráulica por meio da limpeza completa das mangueiras antes da instalação. O uso de tecnologias que realizam o processo a seco, de forma rápida e diretamente na propriedade rural, é apontado como uma solução prática e de baixo custo.

De acordo com as projeções do setor, a adoção dessa prática pode elevar a produtividade agrícola em até 20% a partir de 2026, ao reduzir falhas técnicas e otimizar o desempenho dos maquinários.

“O avanço tecnológico no campo não depende apenas de novas máquinas, mas também de cuidados operacionais que garantam o máximo aproveitamento de cada equipamento”, conclui Ract.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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