Diante do recente bloqueio orçamentário feito pelo Governo Brasil, que afetou as agências reguladoras, o Ministério dos Transportes vai assumir em R$ 50 milhões o corte que seria direcionado à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Esse montante recompõe o limite orçamentário da agência em 90%.
Apesar de também ter sofrido contingenciamento em seu próprio orçamento, o Ministério fez uma economia nas despesas de custeio, incluindo as suas vinculadas, a fim de atender a ANTT.
O ministro dos Transportes, George Santoro, esclarece que não houve corte de recursos para obras e que priorizar o bom funcionamento da agência é fundamental para garantir os leilões de rodovias e ferrovias até o mês de dezembro. “Temos hoje a maior carteira de projetos de infraestrutura de transportes do mundo e já realizamos o maior ciclo de leilões da história do país. A ANTT é parceira no resultado desses três anos e meio de governo e peça fundamental para batermos a nossa meta”, afirma.
Expansão da carteira de concessões
Desde 2023, o Ministério dos Transportes já realizou 24 leilões rodoviários, consolidando a maior carteira de concessões da história do setor. Os projetos contratados somam 11.815 quilômetros de rodovias e ampliam a capacidade logística em diferentes regiões do país. Com mais 11 certames previstos até o fim de 2026, o Governo do Brasil deverá alcançar a marca de 35 leilões, com potencial de aproximadamente R$ 396 bilhões em investimentos destinados à ampliação da infraestrutura e ao fortalecimento da logística nacional.
Para 2026, estão previstos oito leilões ferroviários, que podem movimentar mais de R$ 600 bilhões em investimentos. Juntos, os projetos abrangem cerca de 9 mil quilômetros de trilhos.
Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes
Fonte: Ministério dos Transportes




















