Otimizações da Régis Bittencourt e da Via Brasil fortalecem investimentos em corredores logísticos estratégicos

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A otimização contratual proposta pelo Ministério dos Transportes para duas rodovias federais estratégicas, a Régis Bittencourt (BR-116/SP/PR), administrada pela Arteris, e a Via Brasil (BR-163/MT/PA), operada pelo grupo Conasa, foi aprovada por unanimidade, nesta quarta-feira (21), pelo Tribunal de Contas da União (TCU). As concessões irão a novo leilão em 2026, com o objetivo de corrigir desequilíbrios econômico-financeiros, garantir a retomada de investimentos e assegurar a prestação de serviços adequados aos usuários.

“Hoje foi um dia muito importante para o setor de infraestrutura. Com essa aprovação, já são quatro leilões confirmados para o primeiro semestre de 2026. Trata-se de duas otimizações que permitem a retomada imediata de obras em corredores logísticos estratégicos”, afirmou a secretária nacional de Transporte Rodoviário, Viviane Esse.

A iniciativa integra uma série de repactuações de estradas concedidas no país, atendendo à necessidade de ajustar os contratos às condições econômicas, de modo a assegurar a funcionalidade e a modernização dos empreendimentos diante do elevado fluxo de veículos e dos investimentos exigidos.

Régis Bittencourt

Com 383 quilômetros de extensão, a BR-116/SP/PR atravessa 16 municípios e constitui um dos principais eixos logísticos entre as regiões Sul e Sudeste. O novo acordo prevê mais de R$ 11 bilhões em investimentos, com prazo de execução de 15 anos para a concessionária vencedora do certame.

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Entre as intervenções previstas estão mais de 90 quilômetros de iluminação em pontos críticos, cerca de 88 quilômetros de terceiras faixas, além de melhorias nos acessos, implantação de passarelas, ciclovias e passagens de fauna, contribuindo para mais segurança viária e fluidez do tráfego.

Via Brasil

A BR-163/MT/PA possui 1.009 quilômetros de extensão entre Sinop (MT) e Miritituba (PA), passando por 13 municípios e impactando diretamente cerca de 600 mil pessoas. O trecho é estratégico para o escoamento da produção de grãos do Centro-Oeste aos portos do Arco Norte, desempenhando papel fundamental na logística nacional.

O novo contrato prevê R$ 15 bilhões em investimentos ao longo do período de concessão. Entre as obras programadas estão 245 quilômetros de duplicações, implantação de faixas adicionais, vias marginais e melhorias nos acessos aos portos, ampliando a capacidade da rodovia e fortalecendo a competitividade do transporte rodoviário.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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